sábado, 10 de outubro de 2009

ALFABETZAÇÂO DE ADULTOS - Ainda um desafio

O texto de Regian Hara no leva a refletir sobre com acontece na realidade com o trabalho de alfabetização de adultos ficando muito abaixo da expectativa. Alguns setores progressistas de instituiçoes pública procuram democratizar as oportunidades e assim garantir o direito de escolarização com qualidade para todos encontram grandes desafios na busca de instrumentos e elementos políticos que torne possívelo controle desses setores peals camadas populares enquanto procuram ação educativa com competência que garantam uma aprendizagem com qualidade. Os movimentos sociais procuram fazer da prática educativa de alfabetização um desafio político trabalhando os códigos de aprendizagem da leitura e da escrita e ampliar os ganhos de consciência dos grupos populares ao refletir sobre sua relidade e mundo.
Tanto as instituições públicas como os grupos sociais o produto do trabalho desenvolvido por ele tem sido a baixo da expectativa porque há evasão, poucos aprendem com competência e o ganho de consciência é muito pouco. A sociedade excluente, que marginaliza a grande maioria dos pobres nega as condiçoes mínimas para que as camadas mais pobres poassam ter portunidade de escolarização e quando ocorre é uma escolarizaçao sem qualidade.

Um comentário:

Geny disse...

Querida aluna Vera Prates!

Seus registros são pertinentes com sua trajetória acadêmica.
Quanto às colocações referentes à Alfabetização de Adultos, realmente tem sido abaixo da expectativa, se não houver conscientização de que o EJA necessita ser diferenciado, na sua aplicabilidade, que a mesma venha ao encontro das necessidades do aluno adulto. A maioria dos alunos do EJA é descendente da classe social de excluídos, como bem colocaste. Nos meus trinta anos de cadeira no magistério, muita coisa presenciei e continuo presenciando, tudo é muito lento quando se trata de Educação, também nessa lentidão testemunhei trabalhos excelentes por colegas que criavam situações que prendiam os alunos e muitos deles já conseguiram uma vida mais digna, depois de ser alfabetizado. Como profissional da educação temos o dever de fazer o possível, talvez seja a única oportunidade que esses alunos venham ter na vida. Sei das dificuldades que as escolas enfrentam, mas acredito na garra de muitos educadores comprometidos com um mundo mais humano e igualitário.

Obrigada por suas postagens!

Um grande abraço,
Geny Schwartz da Silva
PEAD/FACED/UFRGS